O primeiro passo não é mudar. É reconhecer.

Não reconheces porque nunca paraste. Não paraste porque tens medo do que podes encontrar.

Mas o que ignoras não desaparece — acumula. Silenciosamente. Até não poder ser ignorado.

Para. Olha. Reconhece.

Só entra no jardim do agora quem primeiro reconhece onde está.

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